Essa aí é a Rosetta Stone! Ela é considerada a peça mais importante em exposição no Museu Britânico em Londres! Foi graças a ela que o mistério por trás das escritas egípcias foi desvendado.
Ela está no Museu Britânico desde 1802. Mas foi em 1822 que a decodificação final aconteceu!
Mas por que essa pedra ajudou tanto na decodificação? Porque nela há três parágrafos, os três com o mesmo texto, só que em diferentes escritas: o superior está na forma hieroglífica do egípcio antigo, o trecho do meio em demótico (variante mais simples do egípcio tardio), e o inferior em grego antigo.
O grego antigo já havia sido decodificado, então o estudioso Thomas Young (1773-1829) identificou os desenhos que representavam sons fonéticos de nomes gregos como Ptolemy (Ptolomeu). Em 1822 Jean François Champollion (1790-1832) começou a identificar nomes de faraós e, com o conhecimento dele do idioma Copto (descendente do egípcio antigo) definitivamente abriu as portas para a compreensão da escrita egípcia.
O significado do texto não tem grande relevância, é um decreto promulgado em 196 a.c. Mas a Rosetta Stone é hoje um elo de ligação entre a atualidade e o Egito antigo, sem ela talvez todo o legado egípcio em hieróglifos tivesse se perdido.






